Tantra é Ciência?

O contato com o Tantra possibilita uma espécie de sabedoria que não é o saber racional e lógico usual, da forma como o conhecemos. Santo Agostinho dizia:

“Se ninguém pergunta o que é Deus, eu sei; mas se me pergunta, eu já não sei.”

O Tantra não se utiliza da linguagem falada, mas do silêncio, do inaudível, do perceptível. O indivíduo é conduzido a viver plenamente, com totalidade, a sua sensibilidade e a sua intuição, de forma integrada, sem buscar como rota de fuga a tagarelice mental, a verborragia, as conjecturas e elucubrações mentais, características do debate científico.

O Tantra é reconhecido por muitos como uma ciência comportamental, mas suas bases são completamente diferentes da ciência oficial. A subjetividade do Tantra não se motiva em buscar as leis que regem o universo material, nem mesmo entendê-las. Os modelos cartesianos nos permitem pesar, medir, avaliar, rotular e equacionar, enquanto o Tantra se interessa por viver, por gozar, por transcender, por ser feliz.

Como o Tantra poderia ser uma ciência? Seus fundamentos são sensoriais e não podem ser expressos por palavras, pois contêm muitos significados simbólicos. Quem o experimenta sabe, mas se tiver que explicar, aí não saberá mais.
O paradoxal é que quem experimenta o Tantra, consegue alcançar um saber, por mais simples que a pessoa seja, encontra uma sabedoria de palavras, de expressões, de contentamento contagiante.

O Tantra é a nova ciência, o novo saber, uma nova forma de observar, cujos resultados trazem uma mudança significativa dos paradigmas pessoais.
O contato com o Tantra é profundamente transformador, de uma forma como a humanidade jamais conheceu.

Tantra é sensibilidade consciente e novos caminhos cognitivos.

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